Vendas pela internet crescem 27% no primeiro semestre
As compras feitas pela internet no primeiro semestre deste ano totalizaram R$ 4,8 bilhões, 27% acima do registrado no mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico. O tiquete médio subiu 5%, para R$ 323.
De acordo com os dados divulgados hoje pela empresa, 15,2 milhões de consumidores brasileiros já fizeram pelo menos uma compra pela internet, com crescimento de 32%. Os números não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais.
Entre os motivos do aumento no faturamento estão a entrada de duas empresas no comércio eletrônico recentemente: o Wal-Mart, em outubro de 2008, e a Casas Bahia, em fevereiro deste ano. "Com a entrada de um grande varejista, o mercado todo se reposiciona. As outras lojas se preparam", afirmou Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
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Os livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos, e informática. Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos ficaram com a quarta posição no ranking, com participação de 9% no faturamento _eram 6% no primeiro semestre do ano passado. Para o diretor-geral da e-bit, essa fatia não deve ser ultrapassada no fechamento do ano.
Para 2009, a previsão é movimentar R$ 10,5 bilhões, valor 28% superior ao de 2008. A estimativa inicial era que esse crescimento ficasse entre 20% e 25%. "Ninguém tinha muita certeza do que viria com a crise", disse Guasti, admitindo que o acréscimo pode ser até maior.
No final deste ano, a projeção da e-bit é que 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.
A pesquisa mostrou ainda que a participação de mercado do líder em vendas no comércio eletrônico caiu de 41,5%, no primeiro semestre de 2008, para 36,0% neste ano. Considerando os dez primeiros colocados, essa fatia passou de 76,3% para 74,1%. Uma das razões dessa descentralização são as informações disponíveis de lojas e produtos em sites de busca e comparação de preços.
Parabéns para todos nós. Já está em fase final de assinatura o Código de Autorregulamentação para a Prática de E-mail Marketing. Esta pode ser considerada uma das maiores iniciativas coletivas no sentido de regulamentar este mercado.
O código foi elaborado com a participação de diversas empresas e entidades relacionadas ao e-mail marketing, como agências digitais, provedores de Internet, consumidor final e empresas de e-mail marketing, como a Mailsender.
O documento trata de questões de boas práticas no e-mail marketing, muitas delas que já são utilizadas hoje em dia por empresas de e-mail marketing que trabalham com seriedade.
Entre alguns pontos abordados, estão a adoção do modelo “soft opt-in” e a forma correta de realizar o descadastro.